Já experimentou a sensação de estar a viver em “piloto automático”?
Muitas pessoas referem-no frequentemente e, de facto, a vida na nossa sociedade é muito feita de hábitos. De um ponto de vista neurológico (e de um modo muito simplificado), quando um determinado comportamento é um hábito as zonas do cérebro envolvidas não são as mesmas que usaríamos numa actividade não habitual. Quer isto dizer que os hábitos são “semi-conscientes” e, por isso mesmo, a rotina é automática.
Por isso, para fazermos qualquer mudança precisamos sempre de despender mais energia e de passar por algum grau de desconforto. Isto pode agravar-se pelo medo do desconhecido, das reacções dos outros e de como se poderão alterar as nossas relações.
Por isso, para contrariar esta resistência e não cair na apatia, é bom reservarmos algum tempo para regularmente avaliar se as várias áreas da nossa vida estão realmente como desejamos.
Se esta avaliação sugerir mudanças, lembre-se que o que importa é agir. Mesmo que seja um pequeno passo, ele já encurta a distância até aquilo que quer.
E, sobretudo, lembre-se que algum desconforto faz sempre parte do crescimento.
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